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Dificuldades para existir diversidade cultural no trabalho

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Diversidade cultural no trabalho
Os desafios da diversidade cultural nas empresas

Rituais e histórias da organização servem para manter a posição de poder realizada pelos membros dominantes. Estendendo este conceito para a diversidade, onde as organizações procuram contratar ou promover pessoas que não fazem parte do grupo dominante em cargos de gerência, uma tensão difícil se desenvolve entre a norma organizacional socialmente construído e aceitação da diversidade cultural. Na prática, empresas que querem implantar diversidade cultural no trabalho precisam passar por desafios.

De acordo com o artigo da revista “Diversidade Cultural no Ambiente de Trabalho: O estado do campo” a autora explica que “aqueles que são negados em assimilar a capacidade de expressar suas identidades verdadeiras no local de trabalho são forçados a reprimir partes significativas de suas vidas dentro de um contexto social que molda uma grande parte de seus encontros diários com outras pessoas“. “Quem passa quantidades significativas de energia em um ambiente estranho tem menos vitalidade para fazer seus trabalhos.”

Marlene G. Fine menciona que “as pessoas quê passam quantidades significativas de energia lidando com um ambiente estranho tem menos energia para fazer seus trabalhos. Assimilação não apenas cria uma situação em que as pessoas diferentes tendem a falhar como também diminui a produtividade das organizações”.

Outro desafio enfrentado pelas organizações que se esforçam para promover uma força de trabalho mais diversificada é a gestão da população diversificada. Administrar a diversidade consiste em ato mais do que simples para reconhecer diferenças nas pessoas.

Número de teóricos organizacionais sugeriu que o trabalho às equipas que são altamente diversificadas pode ser difícil de gerir e motivar por variedade de razões. Um grande desafio está na falta de comunicação dentro da organização.

Há competências, no entanto, que ajudam a desenvolver uma comunicação eficaz em diversos ambientes organizacionais. Essas habilidades incluem monitorização, empatia e tomada de decisões estratégicas;

Motorização se refere à consciência de como comportamento pode afetar outra pessoa junto com a vontade de modificar a atitude com base no conhecimento do impacto ao comunicador.

A empatia permite ao receptor ir além do significado literal de uma mensagem e considerar os sentimentos do comunicador, valores, premissas e necessidades. A tomada de decisão estratégica implica que as fontes e canais de comunicação alcancem os membros da organização, bem como a substância das mensagens transmitidas e selecionadas de modo consciente.

Judi Brownell, outro especialista, explica que um significado de mensagem nunca pode ser compartilhado por completo porque não há duas pessoas que experimentam eventos da mesma maneira.

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Foto: www.blogextremo.com

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