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Executivo do novo milênio

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Os profissionais de alto nível também devem se adaptar às mudanças na sociedade

Acabaram-se os tempos de grande autoridade nos departamentos. A ditadura militar acabou e com ela o autoritarismo dos chefes no trabalho. Possuir uma equipe colaborativa e cativada é muito melhor do que um grupo de trabalhadores intimidados pela ditadura no ambiente de trabalho bastante característica do século passado para trás. Conheça as características que um alto executivo do séc. XXI deve ter para possuir equipe e carreira qualitativas.

Hoje em dia os profissionais de alto escalão são bastante escassos no mercado de trabalho. Eles sabem disso e normalmente não se encaixam em regimes de trabalho sufocantes, afinal existem diversas empresas dispostas a contratar mão-de-obra com qualidade.

Ambientes de trabalhos com excelente perspectiva futura ou com alto escalão normalmente são colaborativos. Certamente que existe pressão, contudo a forma de tratamento fortifica equipe e força de trabalho.

Existem gerentes, diretores ou chefes que não demonstram, assumem ou discutem as próprias falhas. E pior, por vezes costumar passar a culpa para os subordinados, carregando ainda mais as relações interpessoais no itinerário.

É sempre importante administrar um erro, causado ou não pelo chefe. Com isso todos ficam mais confiantes e seguros até mesmo para apresentar soluções que podem salvar a vida financeira da empresa.

De certa forma os líderes que agem desta maneira acabam caindo junto com as receitas da empresa. Os melhores profissionais saem por conta própria, e certamente que futuramente será a vez do executivo deixar o cargo por uma demissão conquistada graças aos péssimos números agregados ao ambiente de trabalho sobrecarregado.

“O exemplo tem que vir da alta administração e, hoje, ela é formada pelos executivos que ‘colocam a mão na massa’ e são grandes facilitadores. Os CEOs (Chief Executive Officer) têm de estar totalmente cientes da gestão comercial e foco de negócio das organizações”, analisa o consultor de carreira, Eduardo Bahi, vice-presidente da Thomas Case & Associados.

O equilíbrio é necessário. Os executivos devem distinguir quem são os trabalhadores esforçados ou realmente pragmáticos daqueles que não corresponde à expectativa da corporação.

Por fim, é interessante promover funcionários que correspondem ou ultrapassam as expectativas. O executivo de qualidade deve entender o momento interno, se a empresa está crescendo demais é a hora de dar promoções ou aumento de salário.

Uma vez que a receita está alta a concorrência vai fazer de tudo para conquistar sua mão de obra, preparada e treinada graças aos custos com treinamento. Lembre-se que o reconhecimento deve ser rápido antes que os bons funcionários da sua equipe lhe peçam inesperadas demissões, ou que ocorram súbitas demissões para o seu próprio cargo de executivo diante a falta de resultados.

Foto: Tulane Publications no Flickr

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