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Programa Ciência Sem fronteiras: Governo vai ser ponte entre empresas e pesquisadores

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Programa Ciência Sem fronteiras
Programa Ciência Sem fronteiras
O Brasil vive problemas com bolsistas internacionais que se formam no mundo internacional e não regressam ao país para prestar serviços às empresas nacionais e ao mesmo tempo deixam de colaborar com o desenvolvimento tecnológico brasileiro. Ou seja, poder público paga para estudantes se tornarem especialistas que exercem itinerários tecnológicos às outras nações. Em 2013, dez pesquisadores voltam dos EUA. Eles possuem contrato trabalhista assinado com a empresa GE (General Electric).

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) possui estrutura em São Paulo que serve para receber estudantes que regressam dos cursos de especialização em nível superior feita no território estrangeiro. Governo do Estado ambiciona aproximar os pesquisadores com empresas que demandam de força-de-trabalho preparada para exercer funções específicas nos setores produtivos.

Os primeiros estudantes que ingressaram no Programa Brasil Sem Fronteiras possuem previsão de regresso em 2013. Dez alunos de engenharia que se especializaram nos Estados Unidos possuem contrato assinado com a GE. O próprio presidente da empresa comunicou de maneira oficial a contratação ao governo federal.

Marco Antônio Raupp, ministro do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) disse em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo (26 de dezembro de 2012) que o governo está implantando diversos esforços no sentido de fixar no Brasil estudantes de ciências médicas, biológicas, naturais e de outros tipos de campos considerados vitais ao desenvolvimento do país.

Raupp acredita que o programa Ciência Sem Fronteiras, que começou no ano de 2011, pode trazer visão internacional mais definida entre profissionais brasileiros que se formam no exterior. Economistas apontam que o plano governamental possui suma importância em consequência da formação dos profissionais que atuam no mercado de trabalho brasileiro. O desemprego no país não possui redução considerável por causa da falta de preparo os profissionais brasileiros no campo tecnológico.

Em termos gerais o desafio do governo está em alocar o contingente de especialistas no mercado de trabalho brasileiro e ao mesmo tempo oferecer cargos com remuneração qualificadas e semelhantes com as oferecidas em grandes centros europeus ou nos Estados Unidos. Entre 2011 e 2014 o Programa Ciência Sem Fronteiras ambiciona encaminhar 101 estudantes em cursos de graduação, mestrado e doutorado nas terras estrangeiras.

Por fim vale destacar a bolsa por produtividade que vai ser oferecer a cerca de 50 mil estudantes que desenvolvem pesquisas relacionadas com o interesse direto por parte do governo federal, tais como gás, energia elétrica, biocombustível, ciências biológicas, entre outros.

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Foto: veracidadeveracidade.wordpress.com

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