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Sindicalismo e valor do trabalho

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Valor do trabalho
O valor do trabalho
Em termos gerais o capitalismo diz que “trabalho” é algo fornecido por “proprietários”, recompensados pelo risco que assumem ao operar negócios e manter a maior parte dos lucros. Alguns pensadores encaram a modalidade de maneira injusta, visto que a maior parte do dia-a-dia da empresa é feita por pessoas que recebem menos lucros. A ideia contribuiu para a criação de sindicatos. As condições de trabalho inseguras também desempenharam papel importante na evolução sindical.

O objetivo da união está na formulação de contrato escrito entre empregador e empregado, especificando os direitos e deveres de cada parte. Antes da existência dos sindicatos existiam poucos contratos de trabalho justos, permitindo com que as empresas redefinissem o trabalho a qualquer momento, às vezes em detrimento do trabalhador.

No sentido puro a união potencializa força coletiva de grupo de trabalhadores para os proprietários aumentarem remuneração e condições de trabalho. Os opositores do capitalismo (marxistas, por exemplo) se opõem ao sistema de emprego capitalista, considerando injusto às pessoas contribuírem com a maior parte do trabalho e não receberem parte proporcional do lucro.

O comunismo marxista reordena a hierarquia para sugerir que todos os cidadãos de uma sociedade, independente das diferenças individuais, sejam proprietários iguais e, portanto, tenham direito a parte relativa da riqueza da sociedade.

Valor do trabalho

O valor do trabalho também é formado por sistema económico vigente. O capitalismo permite que o mercado determine valor de um bem ou serviço com base na demanda, em vez de impor os valores.

Em ambiente comunista, o Estado determina o valor do trabalho e também pode abrir ou fechar avenidas para os postos de trabalho com a criação de menos sensação de liberdade entre os ocupantes dos empregos.

O sistema capitalista sugere que o sucesso é ilimitado ou proporcional ao quanto uma pessoa quer trabalhar, enquanto os adversários do comunismo sugerem que a imposição de valor tira a motivação de alguém para desempenhar melhor as rotinas trabalhistas.

Surrealistas e situacionistas estão entre os grupos que se opõem ao trabalho. Bob Black é autor anarquista conhecido por explorar ideias de oposição no ensaio: A Abolição do Trabalho, publicado em 1985.

Desde o início da humanidade o trabalho representou aspecto importante da formação das civilizações humanas. Conforme os anos se passaram a exploração diminuiu por causa de reconhecimento aos diretos humanos e luta dos trabalhadores. Jornadas de trabalho tecnológicas foram executadas com exaustão entre capitalistas e socialistas no sentido de conquistar o universo.

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Foto: transportingsuccess.wordpress.com

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