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Taxa de desemprego em julho de 2011

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Taxa de desemprego e geração de emprego no Brasil tem bons dados

A estabilidade é um fator marcante nos atuais índices de desempregos do Brasil dos últimos anos. O país continua com média satisfatória, porém é necessário ficar atento, pois muitos setores, como o da indústria, ainda sofrem com os riscos da falta de oferta de trabalho. De fato, pode ocorrer uma desproporção nos mais variados segmentos, prejudicando drasticamente o desenvolvimento econômico do o país. A taxa de desemprego no Brasil em julho foi de 6%.

A pesquisa foi realizada pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nos sete estados mais produtivos da federação (DF, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo). Ressalta-se o equilíbrio do conjunto do índice, mais positivo do que o alcançado no mês anterior: 6,2%.

Em julho do ano passado foi registrado 6,9%.O mercado de trabalho está começando a dar sinais de evolução depois de longos anos de inócuas medidas políticas. A recuperação é mais do que imediata, principalmente em épocas de crises cíclicas.

Vale dizer que o emprego gerado também está mais qualitativo. Em julho a renda média dos brasileiros ativos foi de R$1.612,90, um aumento de 4% se comparados os dozes meses anteriores.

O emprego formal também mostra a sua condição positiva, um significante aumento de 7% entre 2010 e 2011 no mesmo ciclo temporal é o grande paradigma dos críticos da imprensa especializada. De fato, há quase 10 anos não existia um cenário tão positivo na história da geração de empregos no país. Construção civil e serviços são os dois setores mais fortes.

Demanda e oferta para desempregados!

Contudo, no outro lado da moeda existem quase 1,5 milhão de cidadãos procurando atividade renumerada dentro de terras tropicais. No setor da indústria houve queda de 1,3% no que tange às novas contratações. Ainda nesta mesma linha produtiva, a área automobilística é uma das grandes afetadas, onde grande exemplo foi à simbólica súbita demissão de aproximados 400 funcionários da Honda em São Bernardo do Campo. Fora os outros 800 trabalhadores que ficaram condicionados a ociosidade.

Contudo, o cenário não é tão assustador uma vez que o segundo semestre dos últimos anos é o período mais produtivo devido às vendas que aumentam veementemente onde a indústria é o setor que mais contrata, segundo Gilmar Azeredo, coordenador de emprego do IBGE. O mesmo especialista acredita que o número de desempregados vai ser demandado pelos empregos informais que aquecerão ainda mais o índice da renda populacional ativa.

Foto: *Bloco no Flickr

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