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Taxa de Desemprego no Brasil: Maio de 2012

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CAGED afrima que 139.679 mil vagas foram abertas em maio
CAGED afrima que 139.679 mil vagas foram abertas em maio

A crise internacional da atualidade é conhecida por atingir principalmente a geração de emprego formal nas principais potências do mundo. Sem consumo interno pela baixa no emprego e externo pelo fim do consumo americano em alta escala relacionado com exportações as economias despencam ladeira abaixo.

O antagonismo fica por conta do Brasil que não somente cresce em números econômicos como consegue gerar emprego. CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) alega 139.679 mil vagas abertas em maio. Destaque à agricultura que ofertou 46.261 postos.

Variação da taxa de desemprego brasileiro dos últimos seis meses segundo IBGE:

  • Taxa de desemprego em dezembro de 2011: 4,7%
  • Taxa de desemprego em janeiro de 2012: 5,5%
  • Taxa de desemprego em fevereiro de 2012: 5,7%
  • Taxa de desemprego em março de 2012: 6,2%
  • Taxa de desemprego em abril de 2012: 6%
  • Taxa de desemprego em maio de 2012: 5,8%

A taxa de desemprego entre abril e maio caiu 0,2%, considerada menor desde o ano de 2002. A população desocupada em maio foi de 1,4 milhão, inferior aos números apresentados por potências como Espanha, que atualmente amargura 24 milhões de pessoas com economia ativa sem ocupação, dependentes principalmente das assistências do governo, como seguro-desemprego.

O resultado nacional se manteve estável se comparado com os meses anteriores do ano. Por outro lado, a população ocupada aumentou 1,2% entre os abril e maio, alcançando a faixa dos 22 milhões de pessoas.

Salário e renda do trabalhador

O rendimento médio real já descontado da inflação foi de R$ 1.725 em maio. Queda ligeira se contabilizados os dados do mês anterior. Todavia, se comparado com o mesmo mês do ano passado se pode dizer que aconteceu aumento de quase 5%.

O rendimento real nos serviços domésticos entre os dois anos contabilizando o mesmo mês conquistou aumento de 9,7%. Divididos por regiões os três destaques no aumento da renda ficou por conta de Recife (4%), São Paulo (0,5%) e Belo Horizonte (0,4%).

O aspecto negativo ficou por conta de Salvador (-6,6%) e Porto Alegre (-1,2%). O Rio de Janeiro, que obteve destaque no início do ano principalmente por causa do turismo e construções à Copa do Mundo e Olimpíadas, ficou com renda estável durante o mês de maio.

Nos últimos doze meses aconteceram aumento de quase 1.610.209 posto de trabalhos, sinalizando aumento considerável se comparada à geração gerada nas décadas passadas. Correspondendo aumento de 4,3% se comparado com o ano anterior ao da contabilização. Somente o acumulado do ano é responsável por gerar 877.909 empregos formais, alta de 2,3%.

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