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Teoria econômica: mercado de trabalho

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Significado de mercado de trabalho
Mercado de trabalho na teoria econômica
Estudiosos conceituam a relação de trabalho de várias maneiras. Pressuposto fundamental está na medida em que o mercado inclua conflitos de interesses entre empregadores e empregados.

Na teoria econômica, o mercado de trabalho medeia todos os conflitos entre empregadores e trabalhadores que entram em relação trabalhista. Na teorização de gestão de recursos humanos, ambas as partes são assumidas por ter interesses comuns. Quaisquer conflitos que existem no campo podem ser manifestações de pobres políticas de gestão de RH ou nos campos interpessoais, tais como conflitos de personalidade, aos quais podem e devem ser gerenciados.

Da perspectiva das relações industriais, o trabalho é caracterizado por pluralidade de stakeholders com interesses legítimos. Alguns conflitos de interesses são vistos como inerente à relação de emprego.

O paradigma crítico enfatiza disputas antagônicas entre os vários grupos (por exemplo, o capitalista competindo contra classes trabalhadoras em quadros marxistas) que fazem parte do conflito social profundo das relações de poderes desiguais. Como resultado, existem quatro modelos comuns de emprego:

  • Economia ortodoxa: Emprego concebido como transação vantajosa de maneira mútua em mercado livre entre interesse jurídico e econômico por igual;
  • Gestão de recursos humanos (unitarismo): Emprego como parceria de longo prazo entre empregados e empregadores com interesses comuns;
  • Relações industriais pluralistas: O emprego é troca negociada entre as partes interessadas com interesses comuns ou conflitantes em aspectos econômicos e poder de barganha desigual devido aos mercados de trabalho imperfeitos;
  • Relações industriais críticas: Relação de poder desigual entre grupos concorrentes que estão incorporados. Inseparáveis das desigualdades sistêmicas em todo o sistema sócio-político-econômico.

Os modelos são importantes por revelar diferentes perspectivas sobre políticas de gestão de recursos humanos, sindicatos de trabalhadores e regulamentação do emprego. Por exemplo, as políticas de gestão de recursos humanos são observadas conforme ditadas pelo mercado:

  1. A primeira vista como mecanismos essenciais para alinhar os interesses dos empregados e empregadores com a criação de empresas rentáveis.
  2. Do segundo ponto de vista de maneira insuficiente para cuidar de interesses dos trabalhadores
  3. Na terceira ótica como manipulação de ferramentas gerenciais para moldar ideologia e estrutura no local de trabalho.

Trabalho: componente econômico

Capitalismo demarca “trabalho” como algo fornecido por “proprietários” recompensados pelo risco que assumem em possuir e operar um negócio e manter a maior parte dos lucros. Alguns pensadores encaram a modalidade de maneira injusta, visto que a maior parte do trabalho do dia-a-dia da empresa é feita por pessoas que recebem menos dos lucros. A ideia contribuiu para a criação de sindicatos. As condições de trabalho inseguras também desempenharam papel importante na evolução sindical.

Foto: trabalhenopara.blogspot.com

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