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A carreira de um engenheiro alimentar

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Profissional da alimentação
Engenheiro alimentar

Em tempos de crise, os setores econômicos de um país são afetados, comprometendo o desempenho e gerando uma onda de desemprego. Porém, o setor alimentício não é abalado. Isso porque nenhuma pessoa vive sem comer e ela deverá estar comprando sempre algo para a sua alimentação. Dessa forma, podemos concluir que a oferta de emprego para um engenheiro alimentar é estável. Enquanto o país possui consumidores ativos, sempre irá haver necessidade desse profissional em alguma indústria.

O engenheiro alimentar é contratado para atuar em linhas de produção, controle de qualidade e pesquisa e desenvolvimento de produtos. Definir formas de preservação e conservação de produtos, determinar o valor nutricional e desenvolver tecnologias são atividades diárias que ele fará. Tudo isso para garantir que o produto que ingerimos seja de alta qualidade. O salário inicial é de R$ 3.732,00 trabalhando 6 horas por dia.

Os primeiros anos da faculdade incluem matérias como matemática, termodinâmica e química. Depois serão abordados assuntos como produção e conservação de variados gêneros alimentícios. Com especializações, o trabalhador poderá conseguir emprego em outras fábricas, como fornecedoras de equipamentos e embalagens.

Há diversos setores em que o engenheiro alimentar poderá trabalhar. O controle de qualidade é um deles. Será necessário gerenciar sistemas de controle e garantir a qualidade dos produtos fabricados. Na área de pesquisa, o foco é desenvolver novos produtos, criar embalagens e aperfeiçoar máquinas de produção. Há uma área exclusiva para o desenvolvimento sustentável. Visando proteger o meio ambiente das embalagens descartadas incorretamente, é realizado um estudo para definir os meios de descartes.

Há fábricas alimentícias espalhadas por todo o país. A maioria está concentrada nas regiões Sul e Sudeste. Ainda não foram feitos grandes investimentos para a região Norte abrigar este tipo de produção. Por isso, não há grande oferta de emprego. O Centro-Oeste lidera a produção de carne e soja. Já o Nordeste, a predominância é o cultivo de frutas, devido o clima favorável.

Percebemos que a oferta de emprego é grande para o setor de alimentos. Tanto a área de produção quanto a de pesquisa necessitam de bons profissionais para garantirem a qualidade dos alimentos que ingerimos diariamente.

Foto: profandrebraga.blogspot.com

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