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Desemprego na zona do Euro

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Confira o desemprego na zona Euro
Confira o desemprego na zona Euro

Assim como nos Estados Unidos, a geração de empregos nos países da zona do Euro caminha de forma paralisada. Somente na Espanha há mais de 24 milhões de trabalhadores ativos na economia que estão desempregados, índice negativo principalmente entre os jovens. A EUROSTAT,  um dos principais órgãos estatísticos europeus, aponta para 11% o desemprego na zona do Euro e 10,3% ente as 27 nações da União Europeia no mês de abril.

Representa mesma contabilização de março, indicando que a geração de postos de trabalho em terras europeias ficou estagnada. Em abril do ano passado a taxa estava em 9,9% nas nações do Euro e 9,9% e 9,5% entre as nações da União Europeia.

O destaque negativo ficou por conta da Espanha com 24,3% de desemprego, aumentando em 0,2% os dados contabilizados em maio. Em abril de 2011 o índice estava na faixa dos 20,7%.

Realce das taxas de desempregos mais baixas:

  • Áustria (3,9%)
  • Luxemburgo (5,2%)
  • Holanda (5,2%)
  • Alemanha (5,4%)

Destaques nas taxas elevadas

  • Espanha (24,3%)
  • Grécia (21,7%)
  • Letônia (15,2%)
  • Portugal (15,1%)

O desemprego acontece principalmente entre o público jovem, menor de 25 anos. Entre maio (22,2%) e abril (22,4%) aconteceu aumento de 0,2% no desemprego entre o respectivo setor. Em abril de 2011 a taxa estava entre 20,4%. Países que se destacam na falta de emprego para jovens: Grécia (52,7%), Espanha (51,5%), Holanda (9,4%), Áustria (8,9%) e Alemanha (7,9%).

França e Itália também apresentam índice de desemprego com dos dígitos, 10,2%. Em contrapartida, Alemanha, Áustria e Holanda são nações que merecem destaque com taxas de desemprego consideradas baixas levada em consideração da conjuntura na geração de emprego e produção econômica do continente.

Atividade Industrial: Estudo do respeitável do instituto MARKIT aponta que a atividade industrial na Europa sofreu o pior índice de contratações nos últimos três anos, evidenciando que ainda faltam muitas medidas para encerrar a crise da economia na Europa.

Especialistas apontam que a pouca produção que começou a ser gerada nas áreas periféricas do continente começa a se espalhar para grandes potências do bloco econômico.

O PMI (IDC em português, Índice de Gerentes de Compra) recuou de 45,1 para 45,9; estando com patamar acima da leitura realizada em junho de 2009, quando a crise econômica encontrou o seu auge na regressão da produção europeia. Após três anos fica evidenciado que pouca coisa mudou

De certa forma os países mais ricos fora da Europa também sofrem com a produção. Estados Unidos aponta queda na geração de desemprego, ao passo que a China sinaliza produção menor no ano de 2012.

Foto: watchinginternationaleconomy.wordpress.com

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