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Ensino Superior no Interior da Região Norte

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Segundo o Reuni ocorreu Crescimento das Ofertas de Ensino Superior na Região Norte

A região norte do país sempre sofreu com inúmeras problemáticas relacionadas com crescimento econômico, geradas principalmente pela falta de oportunidade para a população local no que tange a ofertas de ensino superior. Existem algumas universidades particulares que cobram mensalidades que estão acima da renda média encontrada na região. Grande parte da população precisa ingressar no mercado de trabalho.

Governo utiliza plano de educação no intuito de acabar com esta problemática que prejudica diretamente o crescimento do PIB. Segundo o Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) ocorreu Crescimento das Ofertas de Ensino Superior na Região Norte. Inúmeras regiões onde não havia nada contam com campus que estão relacionados com ensino superior ou técnico.

Um dos principais problemas está relacionado com a locomoção de estudantes para os Centros de Ensino. Conhecido por sua grande área territorial, os centros populacionais estão distantes dos econômicos, inviabilizando o acesso principalmente para quem não possui reserva financeira para possuir veículo próprio, mais os custos que os mesmo agregam nos dias de hoje. Neste sentido, governo não teve outra saída a não ser incentivar o crescimento de instituições superiores ou de nível técnico no interior.

Números: As universidades Federais existente nesta zona aumentaram de 24 para 40 entre os anos 2002/2010. Já s centros relacionados com estudos tecnológicos ou científicos também cresceram bastante durante o governo Lula: 13 para 42. Governantes estimulam que até o ano de 2014 devem existir 54 centros acadêmicos e 55 da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnologia.

Solos paraenses: O Pará representa grande paradigma neste âmbito de discussão. Somente há duas grandes instituições acadêmicas na capital – Belém.  Entretanto, em 2009 foi inaugurada a Universidade do Oeste do Pará, gerando crescimento na oferta de matrículas de 1,3 mil para esta parte do interior composta por Santarém e outras cinco regiões municipais. Outro indício de crescimento está na previsão do início das atividades da UNIFESSPA (Universidade do Sul do Pará) na metade de 2014, onde serão gerados 53 cursos antagônicos e cinco campus.

Amazonas: Antigamente existia apenas um campus que representava toda a universidade Federal de Manaus mais outras quatro unidades relacionadas com ensino técnico, sendo que três delas estavam situadas apenas na capital. Atualmente a região já cobre regiões distantes como Tabatinga (munícipio que faz fronteira com a Colômbia), ou Lábrea, localizada a aproximados 900 quilômetros da capital amazonense. Interessante notar que a própria Universidade Federal ampliou campus para outros locais como Itacoatiara, Coaria e Parintins.

Leia mais:
Crescimento Curso Superior na Região Sul

Foto: unb.br

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