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Regras do Executivo (parte 1)

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Descubra algumas regras básicas para se tornar um bom executivo

O Brasil cresce e com isso não somente o emprego formal de baixa renda aumenta consideravelmente em terras tropicas como os mais renumerados também. Sem contar o número de novos gestores que estão ávidos por recolher a sua parcela do milagre econômico vivido. Independentemente do porte da empresa, existem certas regras que são básicas para que uma boa gestão alavanque o empreendimento no mercado.

As dicas partem de ideias do psicólogo A.H.Fuerstenthal, especialista na área com mais de 60 anos observando avidamente os valores e princípios de empresas e empregados.  Estas regras são usadas como mandamentos por toda classe especialista do executivo. Atitude e índole executiva vivem em uma constante disputa semântica com os ideais dos subordinados.

Responsabilidade: É o adjetivo antagônico da enganação. O líder responsável faz questão de deixar bem claro que está totalmente compromissado com  todo o funcionamento do setor. Os erros acontecem e de certa forma são bem naturais no ambiente coorporativo, o executivo de qualidade assume os mesmos ao invés de tentar explicar o inexplicável, fato esse a cada dia mais é execrado pelos chefes. Neste âmbito, perdas ou lucros são fenômenos constantes na rotina executiva.

Produtividade: Normalmente as soluções mais fáceis não as mais pragmáticas. Jamais confie na primeira aparência, investigue a problemática até onde puder. Procurar entender claramente as questões mais peculiares é uma excelente forma de agregar confiança dos que mandam e obedecem.

Iniciativa: Acomodação é o pensamento contrário e ocorre quando executivos não incentivam empirismo e pioneirismo. Neste ponto ocorre uma situação bastante complicada para os acomodados principalmente no que tange a realização de feedbacks, mais do que necessários para que a produção permaneça qualitativa. As novidades também devem ser aceitas e não temidas, mesmo se representarem grandes reformulação ou desafios.

Nível profissional: Caso o executivo não saiba como realizar uma tarefa não há nada de mais em perguntar para os funcionários mais especializados as instruções. Quem foge disto acaba deixando o próprio itinerário mais sobrecarregado, o que pode afetar drasticamente na administração da força de trabalho. A experiência também deve ser sempre levada em conta na hora das futuras decisões. Não perca tempo, alie conhecimento com lógica.

Experimentação: Pensamento contrário do dogmatismo. Experimentar é antes de tudo mais do que necessário. Nem mesmo uma caixa de leite é vendida sem ter passada por rigorosos testes que atestam a qualidade do produto. Contudo, os limites de erros devem ser previamente analisados antes do risco da mudança ser assumido.

Foto: igorphotos no Flickr 

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