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Trabalho no setor petrolífero

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A sede da Petrobras no Rio de Janeiro

O mundo procura uma solução à problemática dos combustíveis. Até encontrarem uma solução mais renovável e ambiental o petróleo continua sendo a principal fonte de energia do planeta. Para trabalhar dentro de petrolíferas é preciso ser um profissional bastante preparando, normalmente deve possuir curso técnico e superior. Conheça as principais atividades e características profissionais realizadas em petrolíferas.

Com a descoberta do pré-sal o governo está disponibilizando constantemente diversas vagas para trabalhar na PETROBRAS. A demanda de trabalho certamente aumentará, contudo quem quiser embarcar na oportunidade deve estar bastante preparado. Além de enfrentar um concurso público dificílimo, muitos devem possui curso superior, técnico e inglês avançado.

Basicamente a linha de produção das petroleiras está ligada nas áreas: Administrativa, geofísica, geologia, tecnólogos, engenheiros.

Os administradores cuidam de toda papelada e burocracia. Normalmente é solicitado curso superior em administração ou áreas relacionadas, contudo cargos inferiores são concedidos aos aprovados de nível médio.

Os geofísicos e geólogos normalmente mapeiam todas as áreas que podem conter petróleo. Os relatórios são bem complexos e indicam qualidade, profundidade e localização de todo o reservatório a ser estudado.

Existem três tipos básicos de engenheiros: Químicos, mecânicos, petroleiros. Os dois primeiros operam e executam o projeto operativo das refinarias produtoras de combustíveis e outros produtos petroquímicos relacionados. A maioria recolhe e armazena os fluídos recolhidos.

Os tecnólogos exercem atividades mais relacionadas com a manutenção e controle das estruturas e execução dos equipamentos. Quem trabalha com soldagem está conquistando emprego em petrolíferas com extrema facilidade, é uma das vagas mais disponibilizadas.

Já os engenheiros petroleiros perfuram diferentes pontos previamente demarcados por mapas. Eles também investigam constantemente os reservatórios, prevendo o nível de produção e viabilidade dos mesmos. Sem contar a assistência física para levantar os fluidos às superfícies.

Segundo Alexandre Leiras Gomes, Coordenador do Curso Engenharia de Petróleo da UFRJ: existem dois tipos de formação básica: a de nível técnico, mais diretamente ligado aos sistemas de produção e aos laboratórios de análises; e a de nível superior, graduação tradicional (bacharelado) em geologia, química, engenharia de petróleo e engenharia química. Também encontram colocação no mercado, diversos profissionais com as mais variadas formações, mas que se especializaram com cursos de pós-graduação voltados para este setor”.

O estudo do petróleo possui diversas particularidades. Quanto mais conhecimentos gerais e específicos existirem maior será a chance de funcionários e petrolíferas encontrarem alternativas simples para situações complicadas. Na prática, todos devem saber um pouco de tudo. Justamente por isso que este é um dos concursos públicos mais difíceis do Brasil.

Foto: Andrewdp no Flickr

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